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Planta de destilação de óleo de pirólise de pneus e plásticos

Defina a planta com análises de água, sólidos, enxofre, cloro e estabilidade do óleo de pirólise, frações desejadas e condições do local.

2026-07-20
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Da amostra ao escopo do equipamento

O nome do óleo não basta para especificar a linha

A Pyrojin avalia equipamentos para óleos de pirólise de pneus e plásticos caracterizados. Origem, análises representativas e especificação do receptor definem pré-tratamento, fracionamento e tratamentos complementares. Esta linha processa óleo: não é o reator de pirólise nem uma unidade de rerrefino de óleo de motor usado.

Óleo de pneus e de plásticos: o que verificar

São prioridades de amostragem e engenharia, não faixas fixas de composição. Analise todos os itens nos dois óleos; o nome da matéria-prima não comprova ausência de contaminantes.

Óleo de pneus e de plásticos: o que verificar
VerificaçãoÓleo de pneusÓleo de plásticosEvidência necessária
ÁguaDocumentar condensação, armazenamento e separação de água.Registrar secagem, lavagem e fases aquosas separadas.Resultado representativo, base da amostra e método; o laboratório deve verificar interferências.
SólidosVerificar finos de carvão e sedimentos arrastados para o óleo.Verificar sólidos suspensos, cinzas e impurezas do resíduo.Carga de sólidos, granulometria e ensaio de decantação ou filtragem; destino do lodo.
EnxofreCompostos de enxofre podem permanecer nas frações; analisar os cortes pretendidos.O rótulo PE ou PP não prova baixo enxofre; analisar o óleo real.Enxofre total na carga e nas frações; tratamento adicional exige escopo e testes próprios.
Cloro / halogêniosAnalisar o óleo, sobretudo quando houver mistura de matérias ou óleos.Rever PVC, aditivos e triagem; medir o cloro no óleo.Cloro ou halogênios totais, limites de reporte e método validado; requisitos de corrosão e tratamento.
EstabilidadeVerificar mudanças no armazenamento e resíduos no fracionamento.Avaliar estabilidade térmica e de armazenamento do óleo rico em olefinas.Idade da amostra, armazenamento, ebulição e ensaios acordados; cor não substitui aceitação.

Base técnica

As pesquisas orientam a avaliação, sem comprovar desempenho de equipamentos Pyrojin. O escopo público da ASTM aponta interferências na medição de água.

  1. Frações e enxofre do óleo de pneus — estudo
  2. Composição do óleo de plásticos — estudo piloto
  3. ASTM D6304 — água e interferências

O que a análise do equipamento deve definir

Condicionamento

Definir limites de água e sólidos, segregação de tanques, bombeamento e filtragem com base na carga ensaiada. Confirmar destinos de água e lodo.

Fracionamento e pressão

Definir aquecimento, condensação e retirada de fundos com dados de ebulição e cortes de teste. Justificar a etapa a vácuo e confirmar sua pressão e seus equipamentos no escopo do projeto.

Tratamento e aceitação

A destilação separa frações; não comprova grau combustível, dessulfurização ou remoção de cloro. Especificar tratamentos, testes e aprovação do receptor separadamente.

Enviar com a amostra de óleo

Capacidade, recuperação, pureza, energia e emissões dependem de ensaios, engenharia e critérios escritos específicos. Não se promete rendimento universal nem conformidade de combustível acabado. O laboratório deve validar a adequação dos métodos à matriz do óleo.

  1. Origem, processo anterior, variação de lotes e histórico de misturas.
  2. Data de coleta, água, sólidos, enxofre, cloro e métodos.
  3. Faixa de ebulição, ponto de fulgor, viscosidade e estabilidade pertinentes.
  4. Frações desejadas, receptor e critérios escritos de aceitação.
  5. Vazão nominal e máxima, horas, resfriamento, energia e terreno.
  6. País, condições do local, destinos de resíduos e limite de fornecimento / instalação.
Planta de destilação de óleo de pirólise de pneus e plásticos — 1
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Planta de destilação de óleo de pirólise de pneus e plásticos — 2
Planta de destilação de óleo de pirólise de pneus e plásticos — 2
Planta de destilação de óleo de pirólise de pneus e plásticos — 3
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